quinta-feira, 3 de julho de 2014

JOVEM É EXECUTADO COM CINCO TIROS EM UM “ESPETINHO” NO BAIRRO SÃO MIGUEL

Um crime com característica de execução foi registrado na noite desta quarta-feira (02), na Avenida Pedro e Paulo da Rocha, bairro São Miguel em Santa Cruz do Capibaribe-PE. De acordo com informações o jovem Geovane Pereira dos Santos, 20 anos, conhecido popularmente como “Bolinho”, bebia na companhia de amigos em um “espetinho”, quando foi alvo de cinco disparos de arma de fogo. Os tiros atingiram as cotas e o peito da vítima que não resistiu e teve morte instantânea.

Testemunhas afirmaram que momentos antes de ser morto, Geovane teria discutido com um homem que também estava no estabelecimento acompanhado de duas mulheres. Segundo populares o motivo seria por causa de uma rápida conversa que a vítima teve com uma das acompanhantes do acusado.

Após discutir com a “Bolinho”, o homem saiu sem informar a ninguém para onde iria. Momentos depois voltou armado e pediu para os que estavam com a vítima se afastarem, em seguida de arma em punho efetuou os disparos contra Geovani, sem dar chances de defesa. Tentando escapar da morte, ele ainda esboçou uma fuga, mas caiu sem vida na Avenida Maria Júlia Arruda Aragão.

Uma equipe do Serviço de Atendimento Móvel (SAMU), foi acionada, porém quando os socorristas chegaram ao local, encontraram o corpo da vítima já sem vida. A polícia militar foi comunicada e chegou para fazer o isolamento da área, peritos da polícia civil realizaram o levantamento cadavérico e encaminharam o corpo ao IML de Caruaru-PE.

Após praticar o homicídio o acusado se evadiu do local do crime sem deixar pistas para a polícia. Para o escrivão Laércio que atendeu o caso na Delegacia afirmou que a linha de investigação pode partir da informação que Geovani teria conversado com uma das mulheres e discutido em seguida com seu algoz.


Colegas de trabalho afirmaram que Geovane era um rapaz tranquilo, trabalhador e que não gostava de confusão. O jovem não possuía ficha criminal e era tido com um bom funcionário na empresa onde trabalhava.

Eduardo Rabêlo/Jornalista 


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